FOGOS DE ARTIFICIO SÃO CONFUNDIDOS COM EXPLOSIVOS

As informações iniciais eram prenúncio de terror: um carro carregado de explosivos foi interceptado pela polícia na frente de uma agência do Banco do Brasil na avenida Afonso Pena. A realidade mostrou uma cena menos aterrorizante e que não trazia perigo para ninguém.

A Polícia Militar abordou na manhã desta quarta-feira, 8, um homem que havia acabado de entrar na agência bancária. Os policiais suspeitavam que ele estivesse planejando um assalto com explosivos. A suspeita partiu da impressões dos policiais que visualizaram caixas no interior do carro do suspeito.

O comandante-geral da PM, coronel Francisco Araújo, explicou a situação: "Se tratava de um homem que negocia fogos de artifício e havia ido à agência sacar dinheiro. No carro, tinha várias caixas com os fogos. Ele foi abordado, mas liberado logo depois".

A ação preventiva da polícia, que acabou como um alarme falso, ressalta a preocupação que a sociedade enfrenta quanto à criminalidade. A sensação de insegurança se reflete principalmente na quantidade recente de casos de explosões de terminais eletrônicos. Hoje, a estatística permaneceu inalterada.
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