POLICIAIS MILITARES IRÃO APRESENTAR DEFESA CONTRA A ACUSAÇÃO DE DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO

PMS INVESTIGADOS POR DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO SÃO NOTIFICADOS A APRESENTAR DEFESA À JUSTIÇA. PROMOTORES ACUSARAM SETE POLICIAIS E OUTRAS DUAS PESSOAS DE MONTAREM UM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DENTRO DA CORPORAÇÃO POTIGUAR.

Os policiais militares investigados por suposto desvio de dinheiro público foram notificados a apresentar defesa sobre a acusação realizada pelo Ministério Público Estadual. A decisão de notificação foi tomada nesta segunda-feira, 1º, pelo juiz Geraldo Antônio da Mota, da 3ª Vara da Fazenda Pública, para onde foi distribuído o procedimento. Os investigados têm 15 dias para apresentar, por escrito, os argumentos contra os promotores da Defesa do Patrimônio Público.

O MP apresentou à Justiça no dia 20 de março passado denúncia contra sete policiais militares e outras duas pessoas por suposto desvio de recursos da Polícia Militar do RN. De acordo com promotores, o major Francisco Flávio Melo dos Santos liderou um esquema de falsificação e envio de cheques a familiares e amigos que totalizaram mais de R$ 300 mil. A principal beneficiária do esquema investigado seria a irmã do major Flávio, a major Tereza Boggio.

Após o recebimento da defesa, a Justiça deverá apreciar o recebimento ou não da denúncia para dar continuidade à apuração do caso. O Comando-geral da PM já se posicionou quanto ao assunto dizendo que aguardará a tramitação do processo antes de tomar qualquer decisão administrativa. O major Flávio ocupa atualmente a chefia de operações do Comando de Policiamento do Interior e a major Tereza é comandante do 1º Batalhão da PM, situado no bairro da Ribeira.

Além deles, a sargento Verací Câmara de Freitas, o coronel da reserva Severino Francisco de Moura, o sargento Mário Romão da Silva e os soldados Cleber Benedito Martins, José Francisco Caetano terão que responder previamente às acusações do MP. Selma Maria Ribeiro e Maria do Socorro Alves Spercoski também são investigados.
NOVO JORNAL

Um comentário:

  1. Intgeressante q quando é um Policial das praças, é logo afastado e já anunciam q vão abrir procedimento q poderá dar até exclusão. Por que q com os Oficiais isto não acontece? São suspeitos de formação de quadrilha, contudo, não foram afastados.

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