CONFIRA TRAJETO NOTURNO SOBRE SEGURANÇA EM NATAL

A equipe de reportagem da TRIBUNA DO NORTE percorreu 135 quilômetros durante uma noite inteira em Natal para conhecer melhor a sensação de (in)segurança da população:

Saída
20h15 - Viatura da PM próximo à igreja Bom Jesus, na Ribeira, com três policiais. Aparentemente se dirigindo ao 1º Batalhão.
20h16 - Viatura patrulhando nas proximidades do Teatro Alberto maranhão, com três policiais dentro.

Cidade Alta
1h01 - Viatura patrulhando pela avenida Rio Branco, próximo ao cruzamento com a João Pessoa. Três policiais dentro do carro
20h42 - Francisco das Chagas tem 53 anos - desde os 27 vende cachorro quente na avenida Rio Branco, na Cidade Alta. Atualmente, ele divide o serviço com as duas filhas. “Antes eu fechava uma da manhã, mas reduzi o horário para meia noite por medo de assalto”. O comerciante disse que quanto mais tarde fica, menos se nota a presença da polícia.

Alecrim
21h25 - O supervisor de mercadorias Felipe Melo, de 22 anos,comia em uma lanchonete na avenida 9 quando foi abordado pela reportagem. Ele disse que, pelo Alecrim, sempre vê viaturas circulando, mas reclamou do policiamento em Lagoa Nova, onde mora. “Por lá, a gente mudou a rotina. Todo mundo fecha as postas mais cedo coim medo de assalto”, relatou.

Midway (Bernardo Vieira)
Ponto de ônibus – 21h53 - Entre as muitas pessoas que aguardavam o transporte público na parada, estava o corretor Rafael Leocádio, de 36 anos de idade. Ele é paulista, mas mora em Natal há 10 anos. O corretor afirmou que, apesar de São Paulo ser mais violenta, é mais comum ver o patrulhamento nas ruas por lá do que na capital potiguar.

Mãe Luiza Via Costeira Avenida Roberto Freire
23h58 - Viatura da PM passando pela avenida Roberto Freire em direção ao viaduto.

Vila de Ponta Negra Orla de Ponta Negra
0h10 - "Aqui viatura só passa até as 23h", foi o que afirmou o comerciante carioca Ricardo Lima, que há 25 anos mora em Natal. Lima revelou que tem um porrete e uma faca peixeira guardados dentro do carrinho em que vende sanduíches, para se defender em casos de assalto. "Mas ainda bem que nunca foi preciso usar".

Via Costeira
Praia do Meio
Redinha Avenida
João Medeiros Filho

Avenida Itapetinga
1h24 - Jonathan Lúcio, de 21 anos, é funcionário de um estabelecimento que vende lanches na avenida Itapetinga e disse que depois da meia noite raramente se vê polícia circulando pelo local. "O que é complicado, pois esta é a hora do fechamento dos caixas", reclamou.

Avenida das Fronteiras
1h40 - Viatura da PM passando pela avenida das Fronteiras, na imediações do posto Ale. Três policiais no automóvel.

Gancho do Igapó
Quintas
Centro Administrativo

Rodoviária Nova
3h21 - Viatura da PM passando pela avenida Capitão Mor Gouveia, próximo ao cruzamento com a Jaguarari. Aparentemente, três policiais no carro.

Tomaz Landim
4h42 - Na parada próxima ao Viaduto de Igapó, em direção à zona Sul, várias pessoas já aguardavam os ônibus. Entre elas estava o ASG Paulo de Melo, 22. Ele relatou que a polícia não passa pelo local nesse horário, mas disse não se sentir inseguro. "O pior é no sábado, quando o movimento de pessoas cai e ocorrem assaltos neste horário".


Parque dos Coqueiros
5h - Cobradora de um dos ônibus da linha 77, Cláudia da Silva, reclamou do policiamento nas primeiras horas da manhã. A mulher afirmou, inclusive, já ter sido assaltada enquanto trabalhava. A informação foi corroborada pelo motorista do veículo, que não quis se identificar. Ele foi assaltado cinco vezes durante o serviço.

Quilômetro Seis - Chegada- 5h43

Um comentário:

  1. VERGONHA NA CARA DESSE POVO QUE NADA FAZ, PRINCIPALMENTE DESSA GESTORA, QUE ATÉ AGORA SÓ SABE PAGAR RIOS DE DINHEIRO COM PROPAGANDAS NA TV, PARA DIZER QUE ESTÁ TUDO LINDO E MARAVILHOSO EM MOSSORÓ SÓ SE FOR, OU NA CASA DELA.

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