ESTRUTURA PARA TRATAMENTO DE DEPENDENTES É PRECÁRIA


A prevenção e o combate ao consumo de drogas, sobretudo o crack, tornou-se um dos desafios sociais mais complexos da atualidade no Brasil (quiçá do Mundo) e a melhor maneira de enfrentar a questão ainda é uma grande incógnita para os governos Federal, Estadual e Municipal. Os resultados obtidos com as ações promovidas pelo Governo do RN e pela Prefeitura de Natal ainda estão aquém da necessidade real, e não há, por exemplo, clínicas públicas de tratamento e recuperação de dependentes químicos nem planos a curto prazo para atender usuários que perambulam pelas ruas e esquinas da vida. Visto até pouco tempo como assunto prioritariamente de polícia, a discussão em torno do tema foi ampliada e passou a ser encarada - também - como questão de saúde pública. "Existem vários tipos de tratamento, mas nenhuma deles é 100% garantido, quem determina qual o melhor é o próprio paciente", disse Edineuza Gomes de Paiva, diretora do Centro Municipal de Políticas sobre Álcool e Drogas, ressaltando que o índice de recuperação é em média de 20%. "O êxito de qualquer dos tratamento depende muito do suporte familiar, e as recaídas são comuns se a pessoa não muda de hábitos nem o círculo de amizades", observa.

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