CABO HERONIDES PARTICIPA DE REUNIÃO DE ASSOCIAÇÕES PARA TRATAR DA LEI DE PROMOÇÃO DE PRAÇAS


Na ultima quinta-feira, 25, participei da reunião das associações para traçar estratégias para fortalecer a campanha pela Lei de Promoção de Praças. Estiveram presentes as seguintes associações: ASSPMBM/RN, ACSPM/RN, ABM/RN, ASPRA, APBMS, APRAM, ASSPRA.

Neste primeiro momento iremos nos dedicar a publicidade da campanha, por meio de adesivos de pára-choque, perfurados para o vidro traseiro do veiculo, outdoor, internet (redes sociais), televisão, rádio e jornais, tornando público a nossa realidade

Iremos envolver e dar conhecimento da nessa reivindicação o Ministério Público, OAB, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa do RN e os setores competentes do governo do Estado.

No inicio do ano de 2013, estaremos realizando várias assembleias nas principais cidades do interior e no dia 06 de março estaremos realizando uma Assembleia Geral com toda a categoria em Natal.

3 comentários:

  1. Caro cb esta é uma realidade em nossas vidas de Pms,esta materia encontra-se na uol, no jornal Folha de São Paulo.31/10/2012 - 06h30
    Brasil tem um policial assassinado a cada 32 horas

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    CLARA ROMAN
    VALMAR HUPSEL FILHO
    DE SÃO PAULO

    Um policial é assassinado a cada 32 horas no país, revela levantamento feito pela Folha nas secretarias estaduais de Segurança Pública.

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    De acordo com esses dados oficiais, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano no Brasil, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga.

    O número pode ser ainda maior, uma vez que Rio de Janeiro e Distrito Federal não discriminam as causas das mortes de policiais fora do horário de expediente. O Maranhão não enviou dados.

    São Paulo acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, sendo 88 PMs. E só 5 deles estavam trabalhando. O Estado concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes desses profissionais em 2012.

    Pará e Bahia aparecem empatados em segundo, cada um com 16 policiais mortos.

    Para Camila Dias, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o número é elevado. "Apenas para comparação, no ano de 2010 foram assassinados 56 policiais nos EUA."

    Segundo ela, a função desempenhada pelos policiais está relacionada ao alto número de mortes, mas em São Paulo há uma ação orquestrada de grupos criminosos, que leva ao confronto direto com a Polícia Militar.

    Os PMs foram as principais vítimas, no Brasil e em São Paulo: 201, ante 28 civis.

    Editoria de arte/Folhapress

    VULNERÁVEL

    Para a pesquisadora da USP, a maioria dos policiais é morta durante a folga porque está mais vulnerável e a identificação dos atiradores é difícil.

    Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública, diz que os dados revelam uma "caça" a policiais.

    Segundo ele, trata-se de um fenômeno recente, concentrado principalmente em São Paulo numa "guerra não declarada" entre PMs e chefes da facção criminosa PCC.

    Cabe à polícia, diz Mingardi, identificar os mandantes e a motivação dos crimes para evitar uma matança após a morte de um policial.

    Muitos dos policiais morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado bico. "A minha responsabilidade é com o policial em serviço", diz o o secretário de Defesa Social (responsável pela segurança pública) de Pernambuco, Wilsom Sales Damásio, onde morreram 14 policiais neste ano.

    Em vários Estados, os policiais reclamam de falta de assistência. "Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa", afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo.

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  2. Deus queira que a população não veja está foto pq vai ficar parecendo a greve da Bahia com está PT encima da mesa.

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  3. Tem q promover todo mundo,pricipalmente os antigões q deram tanto sangue pela polícia.Todos tem promoções atrsadas.Todo policial praça era pra ir no mínimo como 1º sgt.

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