POLÍCIA INVESTIGA MAIS UM PARTICIPANTE NO DUPLO HOMICÍDIO DE PARNAMIRIM

Eram 10h50 da manhã de ontem quando o jardineiro João Batista Caetano Alves sentou no banco do motorista do carro modelo Fiesta Sedan, de cor branca. O veículo pertencente à polícia estava estacionado na garagem da casa nº 464, da rua Antônio Lopes Chaves, e era elemento da reprodução simulada. Ao tentar ligar, o carro estancou - indo para frente e parando logo em seguida. Ao fazer a segunda tentativa, João acelerou bruscamente de ré e por pouco não acertou o muro da residência. A agente da Polícia Civil que estava no banco do passageiro acionou o freio de mão e parou o veículo antes da colisão. O jardineiro não encontrou maneiras de explicar a primeira contradição entre a realidade e o que apresentou em depoimento.

O fato de o carro ter estacando pode representar muito mais do que aparenta. Para os investigadores, é indício de que João Batista e a sua mulher, Marlene Eugênio Gomes, contaram com o auxílio de outra pessoa - ainda não identificada. Em depoimento, o jardineiro havia afirmado que, após matar as mulheres e roubar os produtos, colocando-os dentro do veículo das mulheres, saiu dirigindo até a sua casa - na zona Oeste de Natal.

Para a polícia, é improvável que João Batista, pelas habilidades que demonstrou, tenha conseguido conduzir o veículo por tal distância.

TRIBUNA DO NORTE

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