INTERIOR DO ESTADO AINDA PERMANECE VULNERÁVEL

Dez anos após o registro de um dos assaltos de maior repercussão do Estado, o interior do Rio Grande do Norte permanece vulnerável. Melhoras foram constatadas e hoje, quadrilhas se arriscam com menor intensidade em ataques a bancos e outros tipos de crime. A criminalidade, no entanto, tem se moldado com base nas falhas do policiamento e investigação. Em vez dos antigos e recorrentes assaltos e invasões de cofres bancários, atualmente os alvos são terminais eletrônicos. Durante o ano de 2011, foram mais de 20 ataques com utilização de explosivos ou maçaricos para corromper caixas e alcançar a quantia de dinheiro.

Se o quantitativo não registrou aumento substancial, o qualitativo sim. Essa é a visão do major Fernandes, comandante da 1ª Companhia Independente da PM em Macau. "Não estamos no efetivo ideal, mas é o suficiente para o controle de ocorrências na região. Hoje em dia, o pessoal está bem mais qualificado do que naquela época", disse o oficial. A Companhia conta com o efetivo de 90 homens, dos quais 30 tiram serviço diariamente. Sob a jurisdição da PM em Macau também estão as cidades de Pendências, Guamaré, Alto do Rodrigues, Jandaíra e Galinhos. Equipes do Grupo Tático Operacional (GTO) prestam apoio no atendimento de ocorrências nessa região.

Diferente do município vizinho que dispõe de aparato da PM e da Polícia Civil, em Pendências a situação é precária e suscetível a assaltos. Na cidade de cerca de 14 mil habitantes, dois soldados e um sargento são responsáveis por toda a atividade policial. Além disso, também são responsáveis pela guarda de 23 presos detidos no destacamento. "Quando temos que atender alguma ocorrência, os presos ficam sozinhos. Mas em dia de visita, que temos que organizar aqui, não podemos sair para ocorrência alguma", esclareceu o sargento Telmo Glício Martins.

Para o major Fernandes, a maior arma à disposição da segurança pública atualmente se chama "comunicação". "Hoje a comunicação é fundamental para que possamos atender às ocorrências com sucesso. Estamos cada vez mais buscando melhorar o atendimento à população e tomar providências de combate à criminalidade", afirmou. Segundo ele, "a evolução do crime continua ocorrendo em todo o Rio Grande do Norte, mas a região de Macau se tornou mais tranqüila recentemente, tendo como problema principal o tráfico de drogas".

Dez anos após o registro de um dos assaltos de maior repercussão do Estado, o interior do Rio Grande do Norte permanece vulnerável. Melhoras foram constatadas e hoje, quadrilhas se arriscam com menor intensidade em ataques a bancos e outros tipos de crime. A criminalidade, no entanto, tem se moldado com base nas falhas do policiamento e investigação. Em vez dos antigos e recorrentes assaltos e invasões de cofres bancários, atualmente os alvos são terminais eletrônicos. Durante o ano de 2011, foram mais de 20 ataques com utilização de explosivos ou maçaricos para corromper caixas e alcançar a quantia de dinheiro.

Se o quantitativo não registrou aumento substancial, o qualitativo sim. Essa é a visão do major Fernandes, comandante da 1ª Companhia Independente da PM em Macau. "Não estamos no efetivo ideal, mas é o suficiente para o controle de ocorrências na região. Hoje em dia, o pessoal está bem mais qualificado do que naquela época", disse o oficial. A Companhia conta com o efetivo de 90 homens, dos quais 30 tiram serviço diariamente. Sob a jurisdição da PM em Macau também estão as cidades de Pendências, Guamaré, Alto do Rodrigues, Jandaíra e Galinhos. Equipes do Grupo Tático Operacional (GTO) prestam apoio no atendimento de ocorrências nessa região.

Diferente do município vizinho que dispõe de aparato da PM e da Polícia Civil, em Pendências a situação é precária e suscetível a assaltos. Na cidade de cerca de 14 mil habitantes, dois soldados e um sargento são responsáveis por toda a atividade policial. Além disso, também são responsáveis pela guarda de 23 presos detidos no destacamento. "Quando temos que atender alguma ocorrência, os presos ficam sozinhos. Mas em dia de visita, que temos que organizar aqui, não podemos sair para ocorrência alguma", esclareceu o sargento Telmo Glício Martins.

Para o major Fernandes, a maior arma à disposição da segurança pública atualmente se chama "comunicação". "Hoje a comunicação é fundamental para que possamos atender às ocorrências com sucesso. Estamos cada vez mais buscando melhorar o atendimento à população e tomar providências de combate à criminalidade", afirmou. Segundo ele, "a evolução do crime continua ocorrendo em todo o Rio Grande do Norte, mas a região de Macau se tornou mais tranqüila recentemente, tendo como problema principal o tráfico de drogas".


TRIBUNA DO NORTE

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