TRABALHO EXTRA É PROIBIDO

2ª PARTE
Esta matéria foi publicada no Diário de Natal no dia 06 de junho de 2010, nota-se que após 15 meses nada mudou. Confiram a reportagem:

A atividade paralela ou "bico" é geralmente relacionada à segurança particular e, por isso, o assunto causa receio nos profissionais. A reportagem procurou outros cinco PMs com dupla jornada, mas nenhum deles quis ser entrevistado, chegando a temer até os grampos telefônicos. O coronel Francisco Araújo, comandante geral da PM no estado, informou que, dependendo do que seja, é possível que os policiais exerçam uma segunda atividade, contanto que não fique caracterizado vínculo empregatício, exceto se o trabalho for como professor ou médico. "O policial não pode atrapalhar sua carga horária nem comprometer o serviço militar. E caso ele trabalhe em outro lugar com a farda, será responsabilizado disciplinarmente, conforme prevê o nosso estatuto, e responderá administrativamente na Corregedoria", explicou.

2 comentários:

  1. E pra acabar de completar, as DO's dos que ajudavam os PM's que trabalham nos presídios foram diminuídas, agora vão ser só R$ 200,00 (Duzentos reais). As coisas estão só piorando, o que será de nós meu Deus.

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  2. cb. Hernides, por gentileza abra uma discussão sobre essa problemática de que apenas médicos e professores podem exercer suas funções extra polícia, pois acredito que hoje, essa instituição conta com profissionais formados em diversas áreas do saber que também gostariam de usufruir desse direito. Afinal, penso ser desmotivador e incoerente um colega passar 5 ou 6 anos numa universidade e, após, além de permanecer como praça (geralmente soldado, nao poder exercer sua função formalmente sem ter que sair da instituição. Sou acadêmico de Psi e penso ajudar nossos colegas com isso, mas me preocupo com meu futuro, pois tbm sou pai de familia. Um forte abç e parabéns pelo espaço.

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