DESCASO COM O POLICIAMENTO DE TRÂNSITO DA REGIÃO SERIDÓ

Foi para Natal e nunca mais voltou
O mais recém-chegado comandante do policiamento do 3º DPRE, Major QOPM Silva Neto, vai enfrentar o que chamamos de problemão. Não pelo fato de que o antigo comandante não pudesse resolver, a competência é do estado, mas, a verdade é que Caicó enfrenta isso há algum tempo, e percebemos ao andar pelas ruas da cidade, que em alguns horários é notório a falta de policiamento.



A municipalização do transito é previsto no código de transito brasileiro. Caicó como também cidades de maiores portes já são merecedores de medidas como esta para serem implantadas nos municípios.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou uma pesquisa apontando que entre os 5.241 municípios brasileiros, cerca de 900 haviam adotado a municipalização do trânsito para atender as exigências do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), integrando-se ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT).

A integração é obrigatória para todos os municípios, independentemente do tamanho, receita e quadro de pessoal. Sua implantação, assim como de outras determinações do CTB, vem se dando de forma gradativa. A experiência demonstra que a municipalização melhora consideravelmente as condições do trânsito nas cidades e a qualidade de vida na população. Um órgão municipal de trânsito pode planejar melhor a sinalização, educação, estatísticas, políticas de estacionamento, toda a engenharia de tráfego, observando as peculiaridades daquela comunidade, assim como agentes próprios melhoram significativamente a fiscalização, provocando a mudança comportamental.


Se tratando de estrutura, o pouquíssimo policiamento do 3º DPRE vem enfrentando a precariedade de material para exercer suas atividades. Hoje, a instituição trabalha com material emprestado pelo 6º BPM, e para se tornar um serviço dentro do padrão exigido, falta muita coisa.
Pátio do 3º DPRE não regularizado para veículos apreendidos
A alimentação dos policiais de Currais Novos é custeada do próprio bolso e na maioria das vezes em Caicó os policiais vão comer em suas próprias casas, deixando a cidade sem policiamento. Mas a precariedade vai mais além, como, falta de armamento, bafômetro, coletes, computadores, viaturas, que inclusive foi uma para conserto em Natal e até essa data não mandaram de volta e a única que ainda funciona, encontra-se em péssimo estado de conservação. Sem falar que o distrito não tem instalações próprias; o prédio onde funciona atualmente é emprestado pelo município e o estacionamento não é regularizado para comportar os veículos apreendidos.
As instalações são emprestadas e não tem segurança para os policiais
Se a polícia de trânsito passa por esse descaso sendo um órgão que arrecada para o estado, imagine o que pode acontecer com as demais instituições no âmbito da segurança pública. Medidas tem que serem tomadas para que a população não venha sofrer com a falta de estrutura, e daí venha o incentivo para desordem no trânsito.

APBMS

6 comentários:

  1. É verdade. Os juízes das 25 cidades do Seridó determinaram que o 3º DPRE fiscalizassem essas cidades. A verdade é que a Unidade não dispõe de uma "única Diária Operacional" para ampliar esse serviço. Em Caicó, uma vtr 4 rodas e 8 motos. Em Currais Novos, uma viatura 4rodas e 3 motos. Porém, o Maj Silva Neto, colocou a viatura 4 rodas e as motos em escalas de 12h horas de turno de trabalho por 48 horas de folga. Isso vai aumentar a ostensividade. Ele lançou a Operação faixa de pedrestes segura" de segunda à sexta das 7 às 8h, e das 10:50 às 11:30h, para facilitar a passagem do pedresta na via e orientá-lo quanto ao "sinal de vida" que o pedreste deve realizar para que o condutor do veículo saiba a intenção do pedrestre. Solicitou 120 D.O ao Cmt do CPRE e vai lançar em breve o Projeto "Trânsito na Escola". É um grande desafio

    ResponderExcluir
  2. Isso é pouco no serido de menor anda até de caminhão, veiculos atrasados e irregulares transitão de rua a cima a rua a baixo, aqui o Codigo de transito existe no papel mais a pratica passa longe, kkkkkkkkkkk

    ResponderExcluir
  3. Cabo Heronides, esta informação q foi dada a respeito do não fornecimento de comida para o 3° DPRE não é verdadeira, porque o 6°BPM fornece CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTAR para todo o efetivo que se encontra de serviço, 6° BPM, Cavalaria, 3°DPRE e Ambiental se alimenta sim, e não é necessário a ida deles almoçar em suas residências, pois a comida é simples e boa...

    ResponderExcluir
  4. Ao Miserável que disse que "TEM COMIDA". Aqui em Currais Novos, essa comida não chega...tou pra ver...a única comida ke chega é o da sua imaginação. Segundo que: "não é necessário batalhão tá ajudando ninguém não, isso deve vir do ESTADO, o que vc fala que o Batalhão ajuda, na verdade é de lavação, e amarra o serviço de trânsito aos caprichos e comandantes da RP!

    ResponderExcluir
  5. ainda exite isto de lavação ?

    CADE OS PROMOTORES PARA INVESIGAR IGUAL A ASSU ?

    ResponderExcluir
  6. Comida boa do 6 ?
    VC TA QBU ?
    JA PEQUEI O QTL E AINDA ESTOU PARA VER ESTA COMIDA BOA, SÓ SE FOR DOS OFICIAIS

    ResponderExcluir