TODOS OS 15 ACUSADOS JÁ ESTÃO SOLTOS

Promotor Wendell Beetoven
Os quatro policiais militares que ainda se encontravam detidos acusados de corrupção em investigação do Ministério Público denominada Batalhão Mall foram liberados ontem. O próprio Ministério Público Estadual requereu a soltura dos presos: o tenente-coronel Wellington Arcanjo de Morais; o major Carlos Alberto Gomes de Oliveira; o sargento Francisco Xavier Leonez e; o soldado Demétrio Rebouças Torres.

Na avaliação da Promotoria de Investigação Criminal, com a conclusão da tomada dos depoimentos orais não há mais, em tese e neste momento, o risco de ameaça às testemunhas, de modo que a soltura dos réus não tende a prejudicar o avanço das investigações.

Essa medida não impede uma nova solicitação de prisão preventiva caso o Ministério Público perceba ameaça a testemunhas, tentativa de destruição de provas ou outro motivo que legalmente embase novo pedido de prisão.

O Ministério Público requereu, ainda, como medida alternativa à prisão dos soldados da Polícia Militar investigados que eles sejam transferidos do 10º Batalhão, em Assu, para outro local, como forma de impedir constrangimentos às testemunhas, assim como impedir um possível retorno, de forma dissimulada, do esquema desarticulado.

As investigações do suposto esquema de corrupção avançaram nos últimos dias, quando o Ministério Público teve a oportunidade de avaliar os documentos apreendidos e colher depoimentos.

Para o promotor de Justiça, Wendell Beetoven Ribeiro Agra, que preside as investigações com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o conjunto do material apreendido reforça as suspeitas iniciais, estando o Ministério Público realizando análise cuidadosa e detalhada sobre cada recibo, nota e documento apreendido, conjugando esse material com o conteúdo probatório existente.

O Ministério Público poderá usar todo o prazo legal para a conclusão do procedimento investigatório criminal (40 dias no caso de réus soltos), uma vez que também será necessária a análise do conteúdo de computadores e mídia digitais apreendidos por parte do Itep.

Fonte: Tribuna do Norte

7 comentários:

  1. Esse é o homem que o Brasil precisa, siga em frete promotor estais certíssimo.

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  2. Porquê o MP não investigou a aplicação dos recursos provenientes dos convênios do Banco do Brasil e dos Correios. Sabe-se que a PM fazia policiamento nos Bancos e Correios, em troca de dinheiro que ia pra conta 2 da PM. Sabe-se, ainda, que inclusive, fazia a escolta do dinheiro dos correios, até o Sd Almeida dançou a dança da garrafa, quem não se lembra do episódio, lá em touros quando transportava em um bugre o dinheiro e foi assaltado. Cada PM recebia uma cesta básica e um salário. Então a pergunta: qual a quantia que ficava quem gerenciava estes recursos? só Deus sabe e quem investigar, também, ficará sabendo a não ser que a influência ou o relacionamento impeça. Por que não desativar o Batalhão de Macaíba que é dentro de um Posto de Combustível, ou seja, se em açu, parte do efetivo privilegiava o serviço em posto de combustível, em Macaiba é o Batalhão todo ou não? ou eu tô errado? na margem da BR 304. Em Goianinha a Companhia de Polícia é dento do Banco do Brasil e aí, tá certo isso. MP isso ocorre em decorrência da falta de estrutura que é peculiar a PMRN, vive-se de favores e assim, para não parar isso ocorre, não se quer isso se quer dignidade, ambiente digno de trabalho e um salário compatível igual da PC. Aja em prol destas conquistas.

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  3. Porquê o MP não investigou a aplicação dos recursos provenientes dos convênios do Banco do Brasil e dos Correios. Sabe-se que a PM fazia policiamento nos Bancos e Correios, em troca de dinheiro que ia pra conta 2 da PM. Sabe-se, ainda, que inclusive, fazia a escolta do dinheiro dos correios, até o Sd Almeida dançou a dança da garrafa, quem não se lembra do episódio, lá em touros quando transportava em um bugre o dinheiro e foi assaltado. Cada PM recebia uma cesta básica e um salário. Então a pergunta: qual a quantia que ficava quem gerenciava estes recursos? só Deus sabe e quem investigar, também, ficará sabendo a não ser que a influência ou o relacionamento impeça. Por que não desativar o Batalhão de Macaíba que é dentro de um Posto de Combustível, ou seja, se em açu, parte do efetivo privilegiava o serviço em posto de combustível, em Macaiba é o Batalhão todo ou não? ou eu tô errado? na margem da BR 304. Em Goianinha a Companhia de Polícia é dento do Banco do Brasil e aí, tá certo isso. MP isso ocorre em decorrência da falta de estrutura que é peculiar a PMRN, vive-se de favores e assim, para não parar isso ocorre, não se quer isso se quer dignidade, ambiente digno de trabalho e um salário compatível igual da PC. Aja em prol destas conquistas.

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  4. Esse nobre promotor viu a merda que fez e tá tentanto desfazer? Com certeza os praças acionarão a justiça quando isso for arquivado!

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  5. O próprio Promotor saber, que a Polícia do Estado do Rio grande do Norte, vive mais de favores,não é que queira, é porque os governantes só pensa em sí, mais o Sr. promotor faz vista grossa, será que o mesmo também está levando a dele.

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  6. É melhor o Sr. Promotor investigar, certos recursos de vários convênios, que todos sabemos que é ilegal, do o mesmo tá investigando pessoas inocentes.

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  7. MP quer tirar os soldados de longe da familia de qqr jeito. ELES NÂO SÂO BANDIDOS. vamos trata-los com dignidde. MP se cuida que vc tem PMS ao redor da sua casa e coorporação é unida, cuidado para não sofrer um tiro certeiro. KKK

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