ACS ENTREGOU DEFESA DOS ENVOLVIDOS

A Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar entregou documentos ao Ministério Público contradizendo as suspeitas de corrupção contra doze policiais lotados no 10º Batalhão de Assú. A entrega deve ocorrer ainda durante esta semana e, para a associação, demonstra o que realmente ocorria no Batalhão.

Através de nota divulgada ontem, a ACS esclarece ponto a ponto as suspeitas apontadas pelas investigações do MP, expostas durante a semana passada. O desvio de gasolina, os pontos bases em locais privados e a escolta de transportes de valores são justificados pela assessoria jurídica.


Em um dos vídeos divulgados pelo MP, aparece o suposto desvio de gasolina de uma viatura para um carro descaracterizado e, que segundo a investigação, seria de um proprietário particular. A ACS esclarece: "Em relação ao desvio de gasolina, de acordo com o depoimento do soldado acusado, a troca do combustível foi feita, sim, para um carro particular que é utilizado para o serviço investigativos do 10º Batalhão de Polícia Militar. O uso do carro é de conhecimento do Comando da Polícia Militar". Segundo Jeoás, o carro da PM que é utilizado para investigação está quebrado.

Quanto a escolta em transporte de valores no município de Assú, a associação se baseia no depoimento de um dos empresários detidos para considerá-la legal: "A explicação para a escolta de transportes de valores confirma uma das versões apresentadas em depoimento, de que o Estado autoriza a Polícia Militar a realizar escolta de transporte de valores em locais onde não haja serviço de uma empresa particular".

De acordo com a associação, o posto de gasolina em que viaturas foram flagradas paradas é um ponto base devido à violência da região circunvizinha. "O posto de gasolina, em que foi apontado uma vigilância permanente, é um ponto base de várias viaturas em serviço criado pelo comando local para coibir os inúmeros assaltos que vinham ocorrendo na região". A ACS irá entregar um relatório ao MP, onde constam as ocorrências atendidas pelas viaturas.

"Esperamos, com a apresentação desses documentos, que o Ministério Público consiga elucidar os fatos de maneira justa e correta e, assim, possamos reverter a imagem negativa que ficou para corporação. A investigação e a prisão, da forma como foram feitas, expuseram de forma negativa tantos os policiais como a instituição. A prisão foi feita de forma truculenta com a invasão das residências dos policiais de forma a também expor as famílias desses policiais", criticou o cabo Jeoás Santos, presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM/RN.

Fonte: Tribuna do Norte

2 comentários:

  1. Oficial Indignado12 de julho de 2011 09:58

    ALÉM DESSES ESCLARECIMENTOS, VALE SALIENTAR QUE O CARO PROMOTOR E O COMANDANTE GERAL DA PM NÃO SABIA QUE O MAJOR ALBERTO GOMES NÃO ERA LOTADO MAIS EM ASSÚ DESDE FEVEREIRO/2011, MAIS MESMO ASSIM O MANDADO DE PRISÃO ESTAVA COMO SE ELE ESTIVESSE AINDA LOTADO LÁ (E OLHE QUE ESTAMOS EM JULHO/2011)! COMO EXPLICAR ISSO? QUE TIPO DE INVESTIGAÇÃO É ESSA? SERÁ QUE DURANTE TODO ESSE TEMPO DE INVESTIGAÇÃO, FILMAGENS E TUDO MAIS, NÃO DEU PRA "NOTAR" QUE O ENTÃO MAJOR NÃO ERA MAIS LOTADO NAQUELA LOCALIDADE? DE QUEM É O INTERESSE PARA A HUMILHAÇÃO EM REDE LOCAL E NACIONAL DESSES POLICIAIS? QUEM VAI LIMPAR TODA ESSA "SUJEIRA" JOGADA NO VENTILADOR? QUEM IRÁ DEVOLVER A MORAL PARA ESSES POLICIAIS? QUE VERGONHA!

    VAMOS CORTAR DA PRÓPRIA CARNE CORONEL... DÊ EXEMPLO: COMECE PELA SUA!

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  2. JEOA SÓ FALE O QUE VC TIVER CERTEZA!!!

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