MORTE DE PM COMOVE O RIO GRANDE DO NORTE

O sepultamento do policial militar Bruno Belizário Smith da Nóbrega, ocorreu na manhã desta segunda-feira, 14 de março, em Caicó, sob clima de muita comoção por parte de amigos, familiares e colegas de farda. Seu corpo foi enterrado no Cemitério Campo Jorge, localizado no Bairro Boa Passagem.

O corpo do PM chegou à Caicó, por volta das 15 horas e 45 minutos do último domingo, e foi encaminhado para ser embalsamado. Depois seguiu para a capela do 6° BPM, aonde foi velado por cerca de duas horas. Mais tarde foi levado ao Centro de Velórios Santa Clara no centro da cidade.


Na manhã desta segunda-feira, por volta das 08 horas, o caixão foi colocado em cima do carro do Corpo de Bombeiros e levado a Igreja Matriz de São José no Bairro Paraíba. Ali ocorreu a missa de corpo presente. Ao final, o cortejo fúnebre seguiu para o cemitério.

As honras militares anunciadas foram cumpridas na porta de entrada no cemitério. O caixão de Bruno Smith foi posto no chão, e 7 policiais perfilados e portando fuzis executaram três salvas de tiros, logo após entraram e quando já estavam na cova, foi executado pelo corneteiro do Batalhão, o toque de silêncio.

Os familiares estavam em estado de choque e não quiseram contato com a imprensa.

O Coronel Francisco Reynaldo de Lima, que comanda o CPI – Comando de Policialmente do Interior, disse que a corporação estava toda consternada com a perda. 










Fonte: Tribuna do Norte

3 comentários:

  1. Caros colegas,o nosso companheiro de farda,que se foi,defendeu a população daquele municipi,onde ele trabalhava,JUCURUTU-RN,com o risco da propria vida.E agora?como ele e como tantos outros colegas,agora vai para a galeria dos mortos como HEROI.porquer esta galeria não muda a filosofia?.Heroi tem que está vivo não morto.Aos familiares o senhor JESUS dé todo conforto.

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  2. Triste fim para muitos de nós,... Isso me fez refletir nos últimos acontecimentos ocorridos em nosso Estado, nos quais vários policiais militares foram mortos em serviço. Conhecia o Sd Smith (colega de cfsd) e conhecia o Sd PM M Costa (colega no 1ºBPM), e o que vi nesses dois casos foram dois tratamentos totalmente diferentes, no caso de M Costa talvez por se tratar de 1 "policial de rua" foi sepultado sem homenagem nenhuma (há não ser a homenagem feita pelos colegas de trabalho), como se ele fosse 1 criminoso, no caso de Smith (não estou dizendo que ele não mereça todas as honras) o Estado fez o mínimo ao homenagear nosso companheiro, o que levo em conta é que em nosso Estado todos que trabalham no serviço ostensivo de rua, são considerados bandidos ou despreparados pelos nossos comandantes (será que nesse caso ouve falha de abordagem?). Fico triste com a falta de apoio e difenrença de tratamento que é nos dada, será que por trabalharmos na rua somos nós os bandidos? E por que não nos excluem de 1 vez por todas?

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  3. concordo com vç garoto rp lamento muito a morte do sd smith. mas por que será que com o sd de baía formosa foi diferente por que tantos cuidados com uns e outros não, tem que ter uma explicação p/ isto alguém sabe.foi um tratamento tão desigual com o caso de baía formosa que quem prendeu os bandidos e inclusive um veio a óbito foi A PM da Paraiba.

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